terça-feira, 31 de Agosto de 2010

Outros Convidados



Eugénio Almeida
Eugénio Luís de Costa Almeida tem uma Licenciatura e um Mestrado em Relações Internacionais e concluiu este ano o Doutoramento em Ciências Sociais, sob a orientação pedagógica do Professor Doutor José Adelino Maltez, com uma tese sob o título de "A União Africana e a emergência de Estados-Directores no Continente Africano: O Caso de Angola".
Quadro técnico bancário, em situação de reforma, formador, colaborou com a revista “Terra Angolana”, ora sob nome próprio, ora sob o pseudónimo Lobitino Almeida N’gola; tem participado em diversos Seminários e Congressos e Conferências, as três ultimas em Maio de 2009, em Angola (Luanda, Cabinda e Lobito) sob convite da Universidade Lusíada de Angola.
Tam dois blogues: um político-social (Pululu e outro cultural (Malambas) onde poetas e contistas têm um lugar à disposição e onde também publico alguns temas sob o pseudónimo Lobitino Almeida N’gola.
Publicou as seguintes obras:
"Fundamentalismo Islâmico: A Ideologia e o Estado", Autonomia27, 2003;
"África: Projectos Políticos, Religiosos e Culturais", Autonomia27, 2004;
Está presente nas seguinte antologias:
"II Antologia de Poetas Lusófonos", Folheto Edições, 2009;
"Angola, Saudade 60-70", editora iPlay Som e Imagem Lda, 2009;






Rodrigues Vaz
Rodrigues vaz nasceu em 1944, em Beira Valente, concelho de Moimenta da Beira, onde fez os estudos primários e secundários.
Depois de ter concluído o curso do Magistério Primário em Lisboa, em 1962, seguiu para Angola, onde trabalhou como formador de professores do ensino primário rural até 1966, ano em que foi chamado a cumprir o serviço militar, o que decorreu até 1971, no Centro de Instrução de Comandos, na Secção de Acção Psicológica e Mentalização.
Desde o início da sua estada em Angola colaborou nos diários A Província de Angola e Diário de Luanda e nas revistas Noite e Dia, Semana Ilustrada e EF.
Em 1972 entrou como redactor no Diário de Luanda, tendo sido promovido a sub-chefe de Redacção em 1973, ao mesmo tempo que fazia a coordenação do suplemento Artes e Letras.
Após o 25 de Abril fez parte da equipa que reabriu o matutino O Comércio de Luanda, onde esteve até Setembro de 1974.
A seguir entrou nos quadros da Emissora Oficial de Angola e depois integra o quadro fundador da Televisão Popular de Angola, TPA, com o escritor Luandino Vieira, de que foi adjunto até Maio de 1977, regressando à Rádio Nacional de Angola com o cargo de Chefe do Serviço Internacional.
Em Portugal exerceu, de 1982 a 2000, o cargo de chefe da Secretaria da Redacção do Correio da Manhã, onde, ao mesmo tempo, manteve uma vasta colaboração no âmbito cultural, designadamente no sector de divulgação de Artes Plásticas.
Actualmente é editor, sócio-gerente da Pangeia Editora, continuando a colaborar nas revistas Tempo Livre e África 21, e é editor da revista Cadernos Culturais de Telheiras.
Em Luanda, além de ter trabalhado durante vários anos como assistente de programação da Angola Filmes, publicou o livro O Alvorecer do Cinema, edição do Círculo Universitário de Cinema de Luanda, 1969, de que foi co-fundador e responsável pela execução dos programas.
Em Portugal, além de ter elaborado textos para mais de uma centena de catálogos de exposição de artes plásticas, e de fazer tradução literária para as editoras Vega e Hugin, publicou Albino Moura – A Cor do Imaginário, Universitária Editora, 1994; À Roda da Fogueira, Universitária Editora, 1996; Albino Moura – O Inventado Olhar, Inquisição, 1997; João Patrício, Um Poeta em Paço de Arcos, Câmara Municipal de Oeiras, 1997; A Simbólica nos Desenhos de Troufa Real, Galeria Hexalfa, 2001; Angola, Estórias Esquecidas, Hugin Editora, 2003; Os Galegos nas Letras Portuguesas, Pangeia Editora, 2008.




Helena Justino
Helena Justino nasceu no Porto em 1944. Curso Geral de Pintura pela Escola Superior de Belas Artes do Porto e licenciatura em Arquitectura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Fez a primeira exposição individual no Museu de Luanda, em 1963, e expõe regularmente desde 1985 em Portugal e Espanha.





Zetho Cunha Gonçalves
Zetho Cunha Gonçalves nasceu na cidade do Huambo, no planalto central de Angola, em 1960. Publicou os seguintes livros de poesia: "Exercício de escrita" (1979); "O incêndio do fogo" (1983); "O vôo da serpente" (edição manuscrita, 12 exemplares, com quatro desenhos originais do autor, 1998); "A palavra exuberante" (2004). Zetho vive em Lisboa e dedica-se inteiramente à poesia. Publicou, pela Língua Geral, "Debaixo do arco-íris não passa ninguém".




Cármen Maciel
Cármen Maciel é sociológa e investigadora no CESNOVA - Centro de Estudos de Sociologia da Universidade Nova de Lisboa. Terminou o Doutoramento em Sociologia, na mesma Universidade, em Abril de 2010, embora ainda aguarde a defesa pública da dissertação "A construção da comunidade lusófona. Micro-comunidades e práticas da lusofonia" (o que acontecerá em Outubro do corrente). É membro da Rede Metropolis - International Forum for Research and Policy Migration, Diversity and Changing Cities, financiada pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. Autora de diversos escritos, têm-se dedicado a várias temáticas interligadas: comunidade lusófona; lusofonia; lusotropicalismo; produção cultural em língua portuguesa; migrações, circulação e cidadania no espaço lusófono.




Renato Epifânio
Renato Epifânio é Membro do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e da Direcção da Associação Agostinho da Silva; Secretário-Executivo da Comissão das Comemorações do seu Centenário; investigador na área da "Filosofia em Portugal", com dezenas de estudos publicados. Tem Licenciatura e Mestrado em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; doutorou-se, na mesma Faculdade, com a dissertação Fundamentos e Firmamentos do pensamento português contemporâneo: uma perspectiva a partir da visão de José Marinho (IN-CM, no prelo). É autor das obras Visões de Agostinho da Silva (Zéfiro, 2006), A Via Aberta do Pensamento Português Contemporâneo (Zéfiro, no prelo) e Repertório da Bibliografia Filosófica Portuguesa (Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2007), já em parte publicado na Philosophica, Revista do Departamento de Filosofia da F.L.U.L. Partilha, com Paulo Borges e Celeste Natário, a Direcção da Revista Nova Águia, sendo o Director da colecção com o mesmo nome na Zéfiro. Faz ainda parte da Comissão Coordenadora do MIL: Movimento Internacional Lusófono.




Márcio-André
Márcio-André é poeta, tradutor, ensaísta, perfomer e editor da Revista Confraria do Vento. Publicou os livros Movimento Perpétuo (2002), Intradoxos (2007) e Ensaios Radioativos(2008), além de ter textos traduzidos para diversos outros idiomas, como o inglês, o francês, o espanhol, o italiano, o catalão e o finlandês. Colaborou com os jornais O Globo, Jornal do Brasil e o Estado de Minas. Recebeu, em 2008, a Bolsa Fundação Biblioteca Nacional e em 2009 morou em uma residência para escitores em Monsanto, Portugal. Deu aulas de escrita criativa e poesia sonora na Universidade de Coimbra e de teoria literária na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com seu trabalho de poesia sonora, fez apresentações em Coimbra, Lisboa, Paris, Buenos Aires, Coventry, Londres, São Paulo, Rio de Janeiro, Ouro Preto, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre. Realizou também uma performance em Chernobyl, na Ucrânia, tornando-se o primeiro poeta radioativo do mundo. Recebeu em 2010 o prêmio UFES de literatura.




Fernando Gil
Nascido na Ilha de Moçambique em 1939, seus pais viviam então em Muecate. Mudaram-se depois para o Mecuburi, tendo-me ausentado de casa, pois ali não havia escola, para Nampula onde fiz a instrução primária, passando depois para o Colégio Vasco da Gama, até ao então 5º ano dos liceus. Fui depois para o Liceu Salazar em Lourenço Marques, onde conclui o Curso Geral dos Liceus. Não tendo querido ingressar na Universidade, fui prestar o Serviço Militar Obrigatório, vindo tirar a Portugal o Curso de Oficias Milicianos e regressado a Moçambique.
Profissionalmente estive depois em Cabo Delgado e Manica e Sofala, tendo, por motivo de serviço, percorrido todo o Moçambique. Vim para Portugal em Maio de 1975, tendo já visitado Moçambique por 5 vezes.
Dediquei-me depois a levar Moçambique ao Mundo através de vários sites nesse instrumento ímpar que rapidamente se desenvolveu e se chama de “internet”. Já lá vão mais de 15 anos.






Joaquim Evónio
Joaquim Evónio Rodrigues de Vasconcelos nasceu a 3 de Setembro de 1938, na Freguesia de Santa Maria Maior, concelho do Funchal.
Tem colaboração dispersa (poesia e/ou prosa) nas revistas Sol XXI, Atlântida, Gazeta de Poesia, Artes & Artes e Límia. Publicou Esboços Pessoanos (poemas sobre desenhos de José Jorge Soares), Ceres Editora, Lda., Ponte de Lima, 1994; Esboços Pessoanos – Pessoan Sketches (poemas sobre desenhos de José Jorge Soares), 2.ª edição, bilingue, revista e actualizada, Universitária Editora, Lda., Lisboa, 1999 e Sombra em clave de sol (contos), Universitária Editora Lda., Lisboa, 1999. Prefaciou as obras Marcello e Spínola – A Ruptura, 1ª edição, Manuel Bernardo, Edições Margem, Lisboa, 1994; Mata-Couros ou As "Guerras" do Capitão Agostinho, Carlos Guiefão, Universitária Editora, Lda., Lisboa, 1998 e marcou presença em várias obras colectivas: Individualismo e Solidariedade Hoje – compilação dos trabalhos premiados nos VI Jogos Florais, edição da Junta de Freguesia de Amora, 1994; Cântico em Honra de Miguel Torga – Fora do Texto – Cooperativa Editorial de Coimbra, Coimbra, 1996; Viola Delta XXII, XXIV, XXV e XXVII, Edição Mic., S.João do Estoril, 1996,1997,1998 e1999; Antologia de Contos, Edição Sol XXI, Carcavelos, 1997; Florilégio de Natal, pelos poetas da Tertúlia "Rio de Prata", Universitária Editora, Lda., Lisboa, 1997,1998,1999; 100 anos – Federico García Lorca – Homenagem dos Poetas portugueses – Antologia, – Universitária Editora, Lda. – Lisboa, 1998;Rimbaud – Revue Semestriel International de Création Littéraire – Éditeur John Donne & Cie. – France, 1998; Homenagem a Ferreira de Castro, pelos escritores da Tertúlia "Rio de Prata", Universitária Editora, Lda., Lisboa, 1998 e Homenagem a Almeida Garrett, pelos escritores da Tertúlia "Rio de Prata", Universitária Editora, Lda., Lisboa, 1999.





Julião Bernardes
Julião Bernardes viu-se tomar forma em 4 de Julho de 1944, na aldeia de Lapas, de onde o seu autor é natural.
Publicou até ao momento oito livros de poesia e um de prosa, tendo entrado em cerca de vinte antologias e traduzido três livros de outros poetas para castelhano.




Vera Novo Fornelos
Nasceu a 2 de Maio de 1981 em Viana do Castelo.
Desde muito cedo revelou paixão pelas artes dramáticas, pintura e poesia.
Fez parte de grupos de teatro amador desde os 13 anos e foi convidada a participar na peça "Duas Luas Entre Dedos" de A. Cabrita, pelo Grupo de Teatro da Associação Académica do IPVC e partcipou em vários recitais de poesia.
É autora do blogue "Suspiro Escondido" e está presente em algumas antologias.
Também é artista plástica auto-didacta e participou em algumas exposições colectivas.
Faz parte da organização dos Encontros de Escritores Moçambicanos na Diáspora e cooperou na organização de outros eventos culturais.





Enid Abreu
Enid Simões Abreu nasceu a 1937 em Sá da Bandeira, Angola.
É licenciada em História, Ciências Antropológicas e Etnológicas e Administração. Exerce a sua actividade profissional como técnica superior na biblioteca do IPPAR, Palácio da Ajuda, Lisboa.
Frequentou o Curso de Pintura no Colégio Paula Frassinetti em Luanda e fez Cursos livres da Galeria Grand Chaumière em Paris.
Participou em várias exposições colectivas e individuais em Portugal, Angola, Holanda, EUA e Canadá.
Está presente em colecções privadas em vários países do mundo.





Madalena Mendes

Formação Académica

Doutoranda do Doutoramento em Educação (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias) (em curso) Orientador: Prof. Dr. António Teodoro, Área Investigação: Políticas Educativas
Mestrado em Ciências da Educação, especialização em Educação, Desenvolvimento e Políticas Educativas (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias) (2004)
Orientador – Prof. Doutor José Manuel Pureza (UC - Faculdade de Economia) Co-Orientador - António Teodoro (ULHT)
Dissertação: “As Faces de Janus As Políticas Educativas em matéria de Cidadania nos anos 90 em Portugal”
Licenciatura em Direito (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa) (1985)

Actividade Científica

Investigadora do Centro de Estudos e Intervenção em Educação e Formação (CeiEF) (ULHT) (2009-)
Investigadora Científica UID-OPECE (Observatório de Políticas de Educação e de Contextos Educativos) da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa, Portugal (1998-2008)




Celeste Cortez
Celeste Almeida de Campos Cortez Silvestre, natural de Pinheiro, em Carregal do Sal, partiu muito jovem para Moçambique com os seus pais.
Tem feito palestras para comemorar dias especiais: Dia da Mulher, Dia da Mãe, Dia da Poesia, Natal, Fim do Ano Lesctivo da Universidade Sénior, etc.
Tem colaborado com jornais regionais e revistas de instituições: Jornal Nova Morada, Jornal Página Beirã, Jornal da Actis - Universidade T.I. de Sintra, com artigos de opinião, prosa e poesia.
Publicou o Romance "O meu Pecado" em 2007 e tem o Romance "Mãe Preta" no prelo.
Colaboreu em grupos de Teatro de palco, teatro radiofónico, canto em orfeão e ranchos etnográficos.
Recebeu o 1º Prémio de Poesia da e o 1º Prémio de Prosa, ambos da ACTIS.




João Carlos Barros
Nasceu em Bissorã, na Guiné-Bissau a 24 de Março de 1959.
Desde miúdo revelou aptidão para desenhar e pintar, o que o levou, de forma
autodidacta, a aperfeiçoar-se nas técnicas do desenho e da pintura.Em 1982 veio
estudar para Portugal, tendo-se licenciado em arquitectura. Desde então em
Portugal tem trabalhado como arquitecto e como professor de Educação Visual, no
ensino básico e secundário.Desde muito cedo revelou um irreprimível vontade de
desenhar e pintar que o levou a dedicar-se em 2000 à pintura de forma mais regular
e profissional. Tem como principais referências Picasso e Malangatana.Do seu
curriculum constam a elaboração de capas de discos para músicos guineenses. É
também autor de cartazes para eventos culturais e do logótipo da Guineaspora.
Realizou algumas exposições individuais e participou em várias colectivas.




João Marques Valentim
Nasceu em Cascais, a 1 de Agosto de 1949, Marques Valentim surgiu no fotojornalismo logo após o 25 de Abril de 1974.
Durante cerca de um ano esteve ligado à Agência Europeia de Imprensa, onde fez cobertura dos principais acontecimentos que se deram no nosso país entre Setembro de 1974 e Agosto de 1975. A 1 de Setembro desse mesmo ano, inicia oficialmente a sua carreira de fotojornalista no diário "A Luta", no qual permanece até à sua extinção em Janeiro de 1979.
da equipa do "Portugal de Hoje", do Semanário Desportivo "Off-Side", do jornal "Comércio do Porto", do "Correio da Manhã" (onde foi nomeado em Janeiro de 2002 para o cargo de Editor Fotográfico).

Recebeu o prémio Gandula (revelação) de Wilson Brasil em 1983.

Recebeu uma menção honrosa da revista "Visão" em 2001.




Fernanda Angius
Fernanda Angius nasceu em Lisboa a 16 de Outubro de 1936 e é licenciada em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa. Autora de uma tese inconclusa de doutoramento sobre um manuscrito moçambicano do século XIX, orientada pela Professora Doutora Ria Lemaire da Universidade de Poitiers.
Foi Assistente de Programas Literários na Emissora Nacional de 1965 até 1975 onde teve a responsabilidade de autoria e produção de dois programas semanais: "Portugal na História e na Lenda" e "Histórias, Curiosidades e Melodias", destinados ao Ultramar e aos ouvintes fora do país e transmitidos em Ondas Curtas.
Em 1975 decide deixar a Rádio e optar pelo ensino; profissionaliza-se com estágio no Ensino Secundário em 1976, no então Liceu das Caldas da Rainha.Ensina 3 anos em liceus de Lisboa.
Em 1979 aceita o convite do então Instituto de Alta Cultura para o Leitorado de Florença e, ali, lecciona Língua e Cultura Portuguesa até 1984.
Em 1986 o então ICALP, propoe-lhe concretizar a cooperação cultural de Portugal com a república do Zimbabwe. Aí lecciona 3 anos como leitora do ICALP e em 1988 é contratada pela Universidade local, assumindo a direcção do Departamento de Português na Universidade de Harare.
Desde 1984 inicia contactos com a Literatura moçambicana, angolana e caboverdiana que devia leccionar. Contacta Moçambique através de Mia Couto de quem se torna amiga, admiradora e estudiosa da obra (que desde logo considera de futuro brilhante). Ainda como leitora na Universidade de Harare inicia os contactos com os actuais novos escritores moçambicanos. Declina o convite paraq continuar como professora contratada em Harare e regressa a Portugal para aceitar o cargo de leitora na Universidade Eduardo Mondlane de Maputo. Porém o que lhe reserva Maputo é o lugar de 1ªprofessora de Estudos Literários no Instituto Superior Pedagógico, a cujo quadro de primeiros docentes se junta com a Leitora Madalena Arroja. Até 1996 permanece na actual Universidade Pedagógica que ajudou a constituir e em 1997 passa a fazer parte do grupo de especialistas de materiais didácticos no INDE (Instituto para o Desenvolvimento da Educação) onde colaborou na elaboração de livros e de materiasis para o ensino bilingue e inicial do português a crianças que o não tinham como língua materna.
Em 1998 deixa Moçambique a contra gosto e por força da lei do Instituto Camões e insuficientes fundos da Coioperação Portuguesa para aceder ao pedido feito pelo Ministério da Educação moçambicano. Regressa a Portugal e vence o concurso para a vaga de Paris onde termina a sua carreira de professora de Português no estrangeiro.
Reformada a partir de Setembro de 2003, dedica-se então exclusivamente ao estudo dos autores que mais a interessam: os novos enunciantes da História da Literatura moçambicana e de algumas outras literaturas africanas de língua portuguesa.
Durante a sua permanência em África reali8zou vários Cursos de Português e de Literatura Portuguesa, Brasileira e Moçambicana quer em Africa como no Brasil.
Actualmente ensina Literaturas Africanistas escritas em Português na USAVIS (Universidade Sénior de Viseu), cidade para onde se transferiu e onde continua a trabalhar os autores que escrevem a nova literatura moçambicana.




Olga Iglésias
Professora de História há 40 anos; Lecciona na ULHT; FLUL; Investigadora no CEsA/ISEG e na ULHT; Bolseira da FCT a desenvolver um pós-doutoramento sobre o movimento associativo de cariz islâmico em Moçambique, orientada pela Professora Doutora Joana Pereira Leite.


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