terça-feira, 31 de Agosto de 2010

Escritores e Artistas Moçambicanos na Diáspora Convidados


Guilherme de Melo
Guilherme de Melo nasceu a 1931 em Lourenço Marques, actual Maputo, Moçambique. É um jornalista, escritor e poeta português autor de numerosas obras de ficção e não-ficção, destacando-se A Sombra dos Dias (com carácter autobiográfico), Ainda Havia Sol, O Homem que Odiava a Chuva, As Vidas de Elisa Antunes, O que Houver de Morrer e Como um Rio sem Pontes.





Delmar Maia Gonçalves
Delmar Maia Gonçalves nasceu a 5 de Julho de 1969 em Quelimane, na República de Moçambique.
Poeta, escritor, professor, animador cultural, declamador, divulgador e contador de histórias, desde o tempo dos estudos secundários e superiores universitários, que percorre escolas e comunidades de leitores.
Defensor da solidariedade genuína e da utopia, cidadão do mundo desde sempre e enquanto existir.
O autor foi premiado com o Prémio Português de Literatura Juvenil Ferreira de Castro em poesia, em 2006 com o prémio de literatura África Today e foi distinguido na 1ª Gala da Casa de Moçambique com o prémio Kanimambo em 2008.


Livros Publicados:
Moçambique Novo, o Enigma – Editorial Minerva – Junho 2005;
Moçambiquizando – Editorial Minerva – Março 2006;
Afrozambeziando Ninfas e Deusas – Edições MIc, Junho de 2006;
Mestiço de Corpo Inteiro – Editorial Minerva, Novembro de 2006.
Antologias Internacionais:
Libro de Poetas 2008, Aires de Córdoba
21 Festival da Poesia no Condado "Ajustiçar a História, gahnar dignidade" Antologia Poetica




Jorge Viegas
Nasceu em Quelimane no dia 6 de Novembro de 1947.
Publicou os livros Núcleo Tenaz, em 1982 e o Novelo de Chamas em 1989.
Está representado em Cadernos Caliban nº1, nº3/4, nos anos de 1971 e 1972, respectivamente. No Reino Caliban 3 em 1985. Participou na Antologia de Poesia Moçambicana “Nunca mais é Sábado” em 2004. Participou em “Poets of Mozambique”, em 2006. Também participou nos “cadernos Moçambicanos Manguana” nº 1/2/3.





Ascêncio de Freitas
Ascêncio de Freitas nasceu a 3 de Agosto de 1926 no lugar do Forte da Barra, Gafanha de Nazaré, Aveiro.
É licenciado em Ciências Sociais e Políticas e escreve desde muito novo. Emigrou aos 22 anos de idade para Moçambique, onde, por razões políticas, teve uma vida aventurosa e atribulada, com três prisões às ordens da Pide e uma durante o período de transição para a independência.
Militante da Frelimo desde a primeira hora, durante a erradamente chamada guerra civil veio "destacado" para Portugal a pedido do Presidente Samora Machel, como responsável pela contra-inteligência militar. Depois do assassinato de Samora Machel, dado o impasse em que caiu a situação militar e a terrível seca de 1984 a 1988, havendo já mais de um milhão de mortos, aproveitando a mudança do presidente da África do Sul (não militar) decidiu agir por conta própria e iniciar um conjunto de acções que pudessem conduzir à paz, o que acabou por conseguir com a assinatura do Acordo de Paz de Roma, assinado em 1992.
Em 1994, no mês anterior às primeiras eleições, visitou Moçambique pela última vez, afastando-se definitivamente da política, com a certeza de que, ainda que erradicada a orientação marxista-leninista, com a democracia a Frelimo ganharia as eleições.
Por vontade própria, começou a viver unicamente da escrita e de um modesto subsídio do Ministério da Cultura por mérito literário relevante.
Bibliografia:
Cães da Mesma Ninhada, 1959

Ontem Era a Madrugada, 1978

E as Raiva Passa por Cima, Fica Engrossar um Silêncio, 1979

À Boca do Passado, 1981

Crónica de Dom António Segundo, 1983

Cármen Era o Nome, 1996

Na Outra Margem da Guerra, 1999

A Reconquista de Olivença, 1999

Mentiras, Elefantes e Etcétera, 2000

O Canto da Sangardata, 2000

Estória do Homem que Comeu a sua Morte e Outros Contos, 2002

A Paz Enfurecida, 2003

A Noite dos Caranguejos, 2003

Explanation of Nothingness, 2008, editado nos USA

O Guardador de Pássaros, 2008

O Anjo que não Sabia Voar, 2008, infanto-juvenil

Para publicação:
Ai, Amor!

O Lado Obscuro do Branco

Clandestinos da Arca de Noé

Terra Desabrigada

Crónicas Quase Políticas

Deambulações Pela Escrita





João Craveirinha
João Craveirinha (JC / Kraveirinya na pintura). Nasceu na ilha de Moçambique (África oriental) em 1947. É escritor e pintor. Prossegue estudos universitários em Portugal na área das Ciências da Cultura, variante: Sociedade, Cultura e Comunicação. Publicou 5 livros: "Moçambique Feitiços, Cobras e Lagartos", "O Macaco Macaquinho, o Macaco Macacão e outros contos", "Jezebela - O Charme indiscreto dos 40 - Crónica de uma mulher", "A Pessoa de Fernando ingnorou África?", "In Memoriam - um Poeta nunca morre", "Crónicas da Aldeia Global" e "Crónicas do Futebol do País da Marrabenta".
Foi animador cultural, conferencista e realizador de rádio e televisão.




Ribeiro Couto
Ribeiro Couto nasceu em Lourenço Marques, Moçambique, em 1946.
Pintor, desenhista, escultor, ceramista, mosaista, tecelão, poeta, restaurador, percussionista e ex-bailarino.
Estudou Artes-Plásticas, Pintura e Escultura em Moçambique, África do Sul e Portugal.
Foi aluno dos pintores João Ayres, António Heleno, Germinal Curado, Aníbal Ruivo, Gustavo de Vasconcellos, dos escultores José Rubens Pinto Serra, Raquel Boléo, Jorge Silva Pinto, António Pacheco, Professor-Doutor e Crítico d´Arte Alberto de Moura Vitória, etc.
Docente em variadíssimas escolas, leccionou Desenho-Geral, Desenho de Observação e Ornato, Desenho-Geométrico, Trabalhos Oficinais (Tapeçaria e Cerâmica), Educação-Visual, Desenho, Trabalhos Manuais e EVT - Educação Visual e Tecnológica, nos ensinos oficial e particular dos níveis preparatório, unificado e secundário de 1972 a 2002, em Moçambique e Portugal.
É professor aposentado na actualidade .
Finalmente ! Dedica-se por inteiro ao seu mundo supracitado.
Artista originário duma família íntimamente conotada com as artes-plásticas e musicais, de há várias gerações.
Pertence legitimamente aos RIBEIRO ( das Cinco Vilas, antiga área de Almeida ),
e aos CANOTILHO, cujo berço é a Cidade de Pinhel, vulgo Cidade Falcão, ambos
originais da Beira-Alta, Portugal.
Incentivado pelo dom, experiência e fino trato de sua mãe D.Adosinda Tavares Ribeiro Couto ( linha essa proveniente, idem, de sua avó-materna D. Cândida Correia Tavares Ribeiro e de sua bisavó-materna Maria d´Ascenção Caldeira Galha Ribeiro), iniciou-se assim no aprendizado do Desenho aos dois anos e meio no Ile, Zambézia, Moçambique e pinta "a sério" desde 1962 à actualidade.
Nos anos 1964/65 integrou em Moçambique, o "Grupo Sete" de Artes Plásticas.
Na actualidade é porta-voz, percussionista, declamador e ex-bailarino do "Grupo Khumbuka" (Recordações), grupo musical-coreográfico representativo das tradições do sul moçambicano, fundado em Lisboa, em 1993.
Foi convidado a expor em Angola, em 1973, na I Bienal Ibero-Americana de Pintura na Cidade do México, 1978, no Musée Art Spontané Kunst, em Bruxelas em 1991 e na Bardonia International Art Fair, em Nova York, E.U.A., 1996.
Colaborador de Raúl Indipwo (desde 1991), obteve de artistas africanos de craveira internacional, vintena e meia de pinturas que passaram a engrossar o acervo do Museu da Fundação Ouro Negro, em Atrozela, Cascais, sendo desde então indicado por aquele notável artista como embaixador cultural daquele organismo.
Colaboração por indicação do notável pintor Eleutério Sanches, por duas ocasiões:
A 1ª num grupo de pintores lusófonos na feitura do mural "Pintar Portugues", na antiga séde da UCCLA - União das Cidades Capitais Luso-Afro- Américo-Asiáticas, em Lisboa, e outros para o Turismo da Câmara Municipal de Lisboa.
Aprendeu percussão africana com o virtuoso baterista, percussionista e pianista moçambicano Mestre Alberto Pascoal.
Exposições individuais e colectivas e representações pictóricas em África, nas Américas, Ásia, Europa e Oceania.
Elaborou grandes cenários, grandes painéis cerâmicos, cartazes e capas de livros, entre os quais "O hospital e o seu mundo", do romancista moçambicano Eduardo Paixão (1973), "Trinta facadas de raiva", em ilustração parcial do livro de poemas de António Calvinho (1999), "Entre dois rios com margem", do poeta moçambicano Delmar Maia Gonçalves (2008) e "Descolonização e Independência de Moçambique - Factos e Argumentos", do Doutor Henrique Terreiro Galha (2009) e ainda um bloco filatélico e duas colecções de sêlos postais para os Correios de
Moçambique, em 1974.
Ex-representante e ex-correpresentante de Moçambique no grupo de pintores da UCCLA -União das Cidades Capitais Luso-Afro-Américo-Asiáticas, em Lisboa, Portugal.
Pintor representante de Moçambique na exposição de artes-plásticas do Pavilhão da C.P.L.P., na "Expo ´98", em Lisboa, Portugal.
Publicado em livros de arte e sob outras diversas formas em publicações nacionais e internacionais.
No prelo, os livros de poesia "Nos Píncaros do Inconformismo" e "Na Poeira da Mafalala".





José Pádua
José Carlos Pádua nasceu na Cidade da Beira em 13 de Maio de 1934, onde viveu até 1977. Em 1966 foi eleito pelo jornal A Tribuna o artista plástico moçambicano do ano, pelo assinalável e multifacetado conjunto de obras que nesse mesmo ano realizou comom pintor, decorador, ilustrador e gravador.
Entre 1974 e1978 trabalhou exclusivamente para a Galeria de Arte R. Renie, Harare, Zimbábuè.A partir de 1977 passou a residir em Portugal, mantendo no entanto uma forte ligação com Moçambique, onde realizou exposições individuais de pintura em 1996 e 1998.

Foi bolseiro da fundação Calouste Gulbenkian em 1979, 1980 e 1981, num curso de litografia e gravura em metal.

Em 1980 e 1981 foi distinguido pela Câmara Municipal de Lisboa com o 2.º e 1.º Prémios, resppectivamente, em exposições colectivas sobre temas de Lisboa.

É autor de inúmeras ilustrações em jornais, revistas e livros e de trabalhos na área da escultura e da azulejaria, bem como de murais em cimento em Moçambique (Aeroportos de Maputo e da Beira, Banco Pinto & Sotto Mayor, Montepio de Moçambique, Banco de Crédito Comercial e IndustrialC, entre outros). e no Bank of Lisbon & South Africa em Joanesburgo.

Está representado no Museu Nacional de Arte (Maputo), Museu de Pintura (Beira), no Museu Nacional de Arte Contemporânea (Lisboa) e em várias colecções particulares em Moçambique, Portugal, Espanha, Suécia, Brasil, Canadá, EUA, Reino Unido, Japão, Israel, África do Sul, Zimbábuè, Venezuela, etc.

Tem participação em inúmeras exposições colectivas em Portugal e no estrangeiro.








Lara Guerra
Lara Guerra Nasceu em 31 de Janeiro de 1929 em Maputo, Moçambique.
Iniciou-se na pintura no atelier do pintor Malangatana.
Curso de Desenho no Núcleo de Arte, Maputo.
1970/71 - Curso de Gravura na Escola dos Gravadores Portugueses, Lisboa.
1978 - Frequentou o AR.CO, Escola do Centro de Arte e Comunicação Audiovisual, Lisboa.
1982 - Curso de Tecelagem de Cristina Siopa, Lisboa.
Curso de Olaria de Teresa Pavão, Lisboa.

Participou em várias exposições colectivas e individuais em Portugal e Moçambique.
Está presente em colecções privadas em vários países, no Museu Nacional de Arte de Maputo, na Câmara Municipal de Maputo e Representação de Moçambique nas Nações Unidas em Nova Iorque.






Ntaluma
Ntaluma é um escultor moçambicano que nasceu em Nanhagaia, distrito de Nangade, província de Cabo Delgado, Moçambique, no último ano da década de 60, num Sábado, com o calor do planalto, onde os homens se assustaram com as gargalhadas das parteiras tradicionais Makondes. Dando grande felicidade ao seu pai que estava muito ansioso.
Iniciou o seu trabalho de transmitir a sua mensagem através da madeira, em Novembro de 1990, no Museu de Etnologia de Nampula. Depois de ter recebido os segredos da escultura Makonde, do seu mestre Crisanto Bartolomeu Ambelikola.
Em 1992 chegou a Maputo onde, com um grupo de amigos, fundou a “Favana Grupo de Escultores Makonde”, no parque de campismo de Maputo. Em 1994 começou a ensinar escultura Makonde a moçambicanos e estrangeiros.
Em 2000, integrou a ASEMA - Associação de Escultores Makonde, que funciona no Museu Nacional de Arte de Moçambique.
Chegou a Portugal em 2002 onde começou a desenvolver com outros artistas, um intercâmbio de sensibilidades artísticas.
Em 2003 assumiu a responsabilidade da escola de escultura da ALDCI – Associação Lusófona para o Desenvolvimento, Cultura e Integração - Portugal, integrada na escola da multi-culturalidade.
Está representado em colecções particulares nos quatro cantos do mundo.




Lívio de Morais
Lívio de Morais nasceu na Zambézia, Moçambique, a 10 de Maio de 1945. Pintor, escultor, ensaísta e crítico de arte africana. É licenciado em artes plásticas (1978): Escultura pela ESBAL (Universidade de Lisboa). É professor de História de Arte.
Fez fotografia de cariotipo para a investigação médica (Genética). Fez estudos de Sociologia e Antropologia na Universidade Católica de Lisboa. Proferiu conferências sobre Arte e Máscaras na Universidade de Barcelona (1992 e 1994). É membro da Casa de Moçambique em Lisboa.




Luís Filipe
Luís Filipe (Real Pessoa e Costa) nasceu em Lourenço Marques em 1949.
Saiu de Moçambique em 1976 e viveu até 2001 em Lisboa. A partir de 2002 vem viver para a Ilha da Madeira onde explora a sua ligação à pintura, tendo começado a expor em 2003 e desde então são já inúmeras as suas exposições tanto individual, com 3 exposições em Lisboa (2004 - Centro de Arte Contemporânea da Amadora; 2005 - Museu da Água - Reservatório da Patriarcal e 2010 - Casa das Culturas de Oeiras em Lisboa) como colectivamente, a maior parte das quais na Ilha.
Participou em vários concursos de pintura regionais e nacionais e ganhou o 1º prémio do 4º concurso de pintura da cidade do Funchal.
As suas obras estão representadas tanto em organismos oficiais em várias Câmaras Municipais da Madeira, de Lisboa (C. Municipal da Amadora e Museu de Electricidade de Lisboa) bem como em colecções particulares na Madeira, Lisboa, Alemanha, Áustria e Brasil.




São Passos
São Passos nasceu na cidade da Beira (Moçambique), em 1949, e em terras africanas iniciou a sua carreira artística, primeiro no campo da escultura e depois na cerâmica. A sua primeira exposição, como pintora, teve por cenário Tete, cidade moçambicana e foi realizada com o patrocínio do Governo Distrital. Seguiram-se outras presenças, individuais e colectivas, na Beira, em Joanesburgo e Pretória (África do Sul), em Blantyre e Limbe (Malawi), antes de mostrar os seus trabalhos na Europa. Viria a fazê-lo, pela primeira vez, em Julho de 1973, em Faro, numa exposição individual, que teve o patrocínio da Comissão Regional de Turismo. Regressada à África, ensinou Arte na Escola Secundária de Tete, tendo sido louvada e premiada pela Ministra da Educação (1974-1975) Graça Simbine, vindo a residir definitivamente para Portugal em 1976. Trabalhou duas décadas no jornal “Correio da Manhã”




Renato Graça
Renato António da Graça nasceu em 5 de Julho de 1945. É natural da Zambézia (Moçambique). Fez instrução primária na antiga Escola Serpa Pinto de Mocuba, passando pela antiga Escola Industrial e Comercial D. Francisco Barreto de Quelimane, tendo frequentado o curso de Licenciatura em Sociologia, na Universidade Internacional de Lisboa. Está actualmente reformado de Técnico de Saúde Ambiental da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Sub-Região de Saúde de Lisboa.
Editou o livro "Minha Avózinha" e participou nos "Cadernos Moçambicanos Manguana - I, II e III".





Malenga
Simão Wiliamo (Malenga) nasceu junto com a independência de seu país, Moçambique, no ano de 1974. O planalto de Mueda foi seu berço e este é o lugar onde ele passou sua infância, com histórias de sua avó Biti-Shashova e os sons do pássaro shuliki. Descende da tribo Makonde, conhecida por sua bravura, Malenga herdou a coragem e determinação de explorar o mundo, e a capacidade de interpretar sonhos e pensamentos na forma artística da Escultura.
Wiliam Kumadimba, seu pai, foi seu primeiro mestre. Malenga viajou para a capital de Moçambique, Maputo, para aderir à associação de artistas, Arte Makonde. Desde o ano de 2001, ele foi membro de um grupo de artistas do Museu Nacional de Arte de Moçambique. Em 2005, ele teve sua primeira exposição individual na cidade de Maputo. Para reconhecer o seu trabalho, MOZAL, patrocina sua aprendizagem no Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual). No ano seguinte, ele recebeu outra bolsa para um estágio na Faculdade de Belas Artes, da Universidade do Porto, em Portugal.
Suas obras estão incluídas no e reconhecido nas exposições coletivas e individuais, bem como coleções individuais fora do país.



Isabel Carreira

Nasceu em Moçambique. Reside actualmente em Lisboa.

É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas e foi docente do Ensino Secundário.

Fez um Mestrado em Relações Interculturais, na Universidade Aberta de Lisboa.

Interessada por artes plásticas, estudou litografia, desenho a carvão e apaixonou-se pelas texturas a óleo.

1 comentário:

J@YNE disse...

SENSACIONAL, AJUDOU MUITO NA MINHA PESQUISA